segunda-feira, 25 de março de 2013

6 meses



Ano Novo... \o


Na casa da D. Maria e do Tio Eduardo sogra e namorado da madrinha Carla.

Com o papai mamãe, madrinha, titio Du e convidados..

-Vestida como uma princesa... toda de vermelho com bolinhas.

Acordada o tempo todo..

·    *  não se assustou com os fogos na virada..ao contrário achou o maior barato e rio a beça.. hehe

 *  acordava mais cedo como de costume para caminhar de carrinho cedo e visitar a Biza.
* tomou banho de piscina com o papai no 1º dia do ano..
* fomos a pizzaria..
dormimos cedo..

A Isadora está prestes a completar 6 meses, e assim sendo iniciará sua desgustação pela alimentação salgada no almoço e janta.Com pausa para um lanche, suco e frutas =D

Muito cuidado nessa hora.
é o inicio da descoberta alimentar, alguns bebes com dentinhos outros não..eles vão brincar muito com a novidade..alguns não vão engolir, outros vão ter anseio em vomitar, mas todos teem seu jeitinho que a mãe tem que achar dele comer certinho ;)
algumas mães na maioria das vzs loucas para se verem livres do mama no peito vão com tanta cede no mês que ta liberado a "papinha"  que assustam os bebes, e eles acabam não aceitando nada de comida, vindo a crescer sem apetite por coisas saudáveis!  

(post sobre a minha tentativa com a Isadora almoçando na mesa com nós segue no próximo)



abaixo fotinhas...

dia de consulta na pediatra

ano novo!papai alegre!rsrs





dentinhos coçando.. =x

sorveteria :P
 

sábado, 23 de março de 2013

20 semanas e 6 dias= 4 meses!



Entrando no 4º mês da minha segunda gestação aqui no blog \o/
Agora tudo já está sendo notado.. 

* O bebê já mexe, 
* A barriga já está aparecendo, pois eu sou magra e ela demorooooooooou pra crescer..mas o bebê está se desenvolvendo bem..está grande e fortinho ^^
e pelas contas minha e da minha mãe ele nasce antes da data que o médico calcula..como sempre nossas previsões..hihi..

Duas ultra-som feitas e nada de sabermos o sexo..
meu filho ou filha insiste em manter o sigilo :\
perninhas fechadas ele vira mais não abre!

olhem só a insistência dele durante a ultra-som com as perninhas fechadas




 
Minha 3ª ida ao G.O no Mês de Março.

E o médico quase que não ouve os batimentos cardíacos do bebê, de tanto que ele mexia..haiahiahai
e pela primeira vez na vida ouvi um médico mandar eu parar de engordar.kkkk
vê se pode?
exatamente, ele achou um acréscimo de 3 kl em tão pouco tempo, ou seja um mês desde a última consulta.
hihihi
tenho comido muito mesmo.. :p
enfim..
agora vou diminuir na janta que é quando eu mais sinto fome fome fome..e depois caio na cama.facilitando um pesadelo..rsrs .mas é qndo eu não digiro toda a comida e durmo facilitando na vdd o aumento de calorias --'

ok.
nos últimos tem sido difícil dormir..a cama está ficando pequena..hahahaha
eu quero espaço pra mim e pra barriga, e o Marcelo quer espaço pra dormir!!!
precisamos de uma segunda cama.kkk
o bebê mexe muito de madrugada, e a frequência de ida ao banheiro aumentou conforme ele cresceu comprimi a bexiga e com isso ..já sabem..!!
mas tudo está como deve estar..Isadora tem se acostumado mais com o fato de ter um bebe na minha barriga e entende sem birras que não posso mais pegá-la tanto no colo..o que me deixa triste.


a Isadora beijando a barriga :**
 



e aqui um vídeo do baby soluçando  u.u 




 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Refluxo- assusta mais passa



Bom se eu falo de experiência é porque eu ja passei por isso.
e foi digamos tranquilo..
nos assustou bastante, não sabiamos muito do que se tratava quando a médica diagnosticou que Isadora nasceu com refluxo.

Mas o que é exatamente o refluxo gastroesofágico?
vamos lá...

Bebês podem ter refluxo porque uma válvula que conecta o esôfago ao estômago, chamada esfíncter, está enfraquecida ou ainda não funcionando direito, permitindo que alimentos e sucos gástricos voltem do estômago em direção à boca.

tirado do seguinte site:

 http://brasil.babycenter.com/a2100147/refluxo-no-beb%C3%AA#ixzz2O8ik2CUJ


Pois bem..foi na 1ª ida dela á pediatra. Onde a mesma notou a respiração dela ofegante, e me perguntando se era de costume ela ficar assim depois que mamou.
e era..
sempre que eu a amamentava ela demorava para "arrotar" respirava como se estivesse muito cheia fazendo com que o gorfo viesse...e com frequencia..ela sempre gorfava depois do mama praticamente tudo que mamou!!
ela pediu de cara um raio-x do sistema digestivo..
uii..imagina fazer raio-x num bebe de 13 dias..muita dó!
fomos e fizemos todo o procedimento e eis que no resultado a médica viu e conferiu a suspeita. Passou os remédinhos para diariamente Isadora tomar por 3 meses...e caso persistisse até os 7 meses..e assim acompanhando o crescimento ela veria se aquilo ia crescer ou ia parar na fase ainda novinha..
e lá fomos pesquisar e ir atrás de mais informações sobre isso..
aqui relato o que foi feito além de dar o remédio para ela em kza mesmo..
são procedimentos atestados por médicos para a facilitação do desaparecimento do refluxo:

* inclinamos o colchão do berço dela para que ela pudesse dormir menos reta.. 
* depois de cada mamada ela ficava reta como que de pé uns 10 minutinhos no meu colo para uma melhor digestão
* e uma dica fundamental é o aumento de cada mamada.
A pediatra passou tbm um remédio cujo nome me foje agora para ser colocado na hora de fazer inalação (que foi outra prescrição médica para ser feita antes dela dormir).
 Duas gotinhas no potinho que se faz inalação, para que a respiração dela melhorasse e ela sentisse conforto após o mama .
Era tão angustiante tudo aquilo..era apenas uma consulta a se fazer, e tudo  havia acontecido sem que notassemos algo estranho.. :s
então um dos remédios para o refluxo foi o Motillum (Domperidona) da caixa verde 2 vzs ao dia, e o outro foi o Label da caixa rosa 2 vzs ao dia tbm.
Eu achei muito remédio pra pouco refluxo ...já que eu havia lido muito depois e vi que o refluxo que veio com a Isadora não era tão grave nem perigoso..ela de tudo que outros bebes tinham apenas vomitava..
comecei apenas com o Domperidona por um mês e depois iniciei o Label.
Ela com 2 meses tomando os remédios melhorou..
Obs: o engraçado disso tudo é que pais de 1º viagem quase não sabem com o que está lidando tão de imediato assim..claro que ve-la gorfar não era para nós muito normal, mas lembravamos que os bebes gorfavam mesmo(aquele cheiro que todo mundo fala de bebe é tbm dos gorfos nas roupinhas) muitos gostam outros não..
então, mais depois que a médica fala pergunta e conta o que está acontecendo parece que começa realmente a aparecer diante de nós.
o gorfo não era normal, a respiração não estava bem..e toda vez antes dela gorfar ela ficava muito inquieta se mexendo toda no colo, até que quando soltava parece que aliviava.Mas não é assustador e tem tratamento.

O refluxo pode ser grave quando:
* o bebe chora muito antes e depois de mamar..
* soluça com frequência
* quer ficar pendurado no peito durante horas
* falta de sono tanto de dia quanto a noite
* e a principal é que o bebe não anda ganhando peso

O que não era o caso da minha filha..ainda bem..porque só dela gorfar a cada mamada todo dia, ja me assustava, ficavamos com dó porque ela acabava de "comer" e soltava tudo pra fora..hihi
Mais passou, com o tempo ela parou de gorfar, e diferente de tudo que me falavam sobre bater nas costinhas depois do mamar para ela arrotar, eu amamentava sempre ela sentada, e depois a colocava em pé, era coisa de segundos e ela ja soltava um arroto de satisfeita.rsrs

sexta-feira, 15 de março de 2013

40 motivos para ter um filho.


 


 
1. Por que você quer. E muito!!! A gente não acha que ninguém é obrigado a ter filho, claro. Só tem de ter mesmo quem quer de verdade. E hoje isso é mais do que possível. A pílula é um pouco mais velha que a Pais e Filhos – chegou ao Brasil em 1962. Mesmo com todos os recursos que existem, 20% dos bebês no país nascem de mães com menos de 20 anos, e tem coisa errada aí. A gravidez nasce de um desejo (pode ser o de ter um lugar dentro da sociedade), e, para muitas jovens, acaba sendo o de ser mãe. O que a gente defende é que esse desejo seja consciente e venha na hora certa. Filho só pode ter a função de ser filho.

 
2. Para deixar de ser só filho E crescer! Básico: se você não tem filho, nunca deixa de ser filho. E aí, o seu crescimento é mais lento e mais difícil. Claro que a gente não deixa de ser filho nunca, mas deixar de ser SÓ filho amplia, abre possibilidades novas, importantes, ricas. Filho nos traz essa oportunidade de nos tornarmos adultos de verdade, de enxergar a vida de uma forma menos egoísta. 


 
3. Para entender melhor seus pais. Paul Reiser, da série Mad About You, tem um livro sensacional sobre a paternidade, chamado Vida de Bebê. Na dedicatória, ele entrega: “Para meus pais, com todo o amor do mundo. Acho que agora eu entendi”.
 
4. Para descobrir uma imensa e surpreendente capacidade de amar. Quando temos filho, somos apresentados a esse tal de amor incondicional. “Passamos por uma renovação e ampliação do repertório emocional, que é o que faz a vida interessante”, diz a psicoterapeuta Lidia Aratangy, mãe de Claudia, Silvia, Ucha e Sergio.
 
5. Para incluir mais gente numa história de amor que dá certo. Ser casado sem filho é quase como ser solteiro: pode não fazer almoço um dia e tudo bem etc. etc. etc. Com criança no pedaço, a casa tem de ser reorganizada, não dá mais pra ter só água na geladeira... O mais importante: você precisa dividir e respeitar as decisões do parceiro sobre o filho também. Se tiver bases sólidas, a união pode ficar mais forte com tudo isso. Vocês deixaram de ser casal para ser família. Um grande e maravilhoso passo! E mesmo quem tem filho sozinho: o filho traz esse sentido de família e a gente valoriza isso demais.
 
6. Para deixar de ser adolescente. Hoje, a gente vive mais e tem gente dizendo que os 30 são os novos 20, mas não dá para usar isso como desculpa para não amadurecer. Na adolescência, alguns de nós juramos que nunca vamos ter filhos, coisa da fase mesmo. O escritor britânico Ian Sansom, autor do livro De A a Z, A Verdade Sobre os Bebês, escreve: “Existe algo esquisito nas famílias. Existe algo triste nas famílias. Existe algo tão triste nas famílias que nos faz sair correndo para formar outras famílias.” É meio dramático, mas mostra que é possível reinventar a nossa história, outra lição que os filhos nos dão...
 
7. Para sentir o poder de gerar outra pessoa. Saber que você pode gerar um novo ser é mágico. Não é à toa que as mulheres sempre foram vistas assim meio como bruxas, exatamente por causa disso. Ver a barriga crescer, sentir os primeiros movimentos da criança, é incrível. Apesar de a gente achar que, no fundo, no fundo, gravidez não faz ninguém ser mãe de verdade. É uma delícia e tal, mas, na hora que o bebê nasce é que começa a história pra valer.
 
8. Para aprender a respeitar as diferenças. Por mais que você seja rígido na educação, é bom baixar a bola: seu filho nunca vai ser exatamente da forma como você imagina – e ainda bem, aleluia! Se você prestar bem atenção, vai perceber isso desde o primeiro momento: na primeira hora em que pegamos a criança no colo, já vem a sensação meio estranha: “Nossa, ele é outra pessoa!”. Que bom que é. E perceber quem é essa pessoa é o melhor da história toda, é o grande lance. Descobrir o temperamento do seu filho, ir sacando como ele funciona, como reage, o que gosta, o que não gosta... Junto com isso, aprender a respeitar e ajudá-lo a ser do jeito dele é maravilhoso. E, se a gente conseguir levar um pouco dessa experiência pras outras relações que temos na vida, então... Nossa! Melhor ainda!
 
9. Pra se emocionar com as conquistas dele. A primeira vez que ele consegue engatinhar, andar... Quando escreve o nome, com as letras ao contrário ainda... Desde os anos 60, muita coisa mudou, somos a geração do “muito bem!” a cada passo da criança. Mas é importante saber que ele não vai ser o campeão sempre, claro. Então, deixe seu filho tentar, testar, errar. Acertar vai ser conseqüência. E o que importa é o processo, não esqueça que isso vale pros filhos também...
 
10. Para aprender que as coisas são como são, nem tudo é perfeito. E tudo bem! Ter filhos é golpe mortal no perfeccionismo, não tem jeito. As coisas vivem fugindo do roteiro o tempo todo. Você planeja dar a papinha ao meio-dia, ele cai no sono. Vai dar banho às 19h, ele já dormiu. Claro, a gente precisa ter organização, um mínimo de estrutura, mas também precisa aprender a se adaptar rapidinho, senão aí é que dança.
 
11. Para tomar mais cuidado com você mesmo. Não é à toa que quem tem filho pequeno paga menos na hora de fazer o seguro do carro! As seguradoras sabem muito bem que esse público tem menos tendência a se acidentar, porque é mais cuidadoso mesmo. Quando recebemos o resultado positivo já cai a ficha de que, dali pra frente, você não está mais sozinho...
 
12. Aceitar a maturidade com tranqüilidade. A expectativa de vida cresce a passos largos. Hoje, é de 71,7 anos no Brasil. Em 1960, ficava na casa dos 50,4. Por outro lado, vivemos numa sociedade que supervaloriza a juventude. Mas a gente envelhece mesmo, e isso é muito bom, cada fase da vida tem sua beleza. Com os filhos, isso fica mais claro. A gente não precisa ser eternamente jovem, podemos curtir a juventude deles. A passagem do tempo ganha um outro sentido.
 
13. Para poder, um dia, ser avó ou avô. Claro que ser avó ou avô não depende da gente, depende de os filhos quererem ser pais. Mas, se a gente fizer a nossa parte direitinho, as chances crescem. Se não tivermos filhos, por exemplo... A chance fica nula de verdade.
 
14. Para cuidar de alguém. “Um dia, há muitos anos, encontrei uma garotinha de 3 anos que me perguntou: ‘Você tem filhos?’. ‘Não’, respondi. ‘Você tem cachorro?’ ‘Não’, disse. E ela: ′Então, afinal, do que você cuida?′”, nos conta o psicólogo André Trindade, pai de criação de Gabriel e Laura. Ele diz que criar, cuidar, fazer crescer, acompanhar, proteger e se responsabilizar por alguém alimentam a criatividade em nós. A gente concorda total.
 
15. Para deixar de ser o centro da própria vida. A criança é egocêntrica por definição. No começo, acha que o mundo e ela são a mesma coisa. Depois, acredita que o mundo gira em torno dela. Demora pra perceber que não é bem assim. Tem uns que não percebem nunca, aliás... Nem depois de grandes! Ter filho ajuda a fazer essa ficha cair.
 
16. Para rever suas prioridades. Segundo pesquisa feita pela psicóloga Cecília Russo Troiano, mãe de Beatriz e Gabriel, publicada no livro Vida de Equilibrista – Dores e Delícias da Mãe que Trabalha (ed. Cultrix), 30% das mães dizem que adiaram o plano de ter filhos por causa da carreira. O mundo mudou, as mulheres não trabalham só por escolha, mas por necessidade. Porém, como diz uma das entrevistadas de Cecilia, uma mãe do Rio Grande do Sul, “não ter filho por causa do trabalho não tem sentido”.
 
17. Ter um bom motivo para chegar mais cedo em casa. Filho gosta de quantidade e qualidade. Aquele papo do “fico pouco tempo com meu filho, mas funciona” a gente sabe que não cola. É preciso estar esperto e não bobear: quanto mais tempo com eles, melhor. Férias juntos, então... Fundamental! Ou seja, o tempo passado junto é que é o grande luxo. E para ficar mais tempo com os filhos, temos de nos organizar no trabalho e fazer as coisas funcionarem melhor. É duro, mas... A verdade é que estamos bem no meio de uma transição. Se em 1976, só 20% das mulheres estavam no mercado de trabalho, hoje as trabalhadoras são mais da metade da população feminina no Brasil. Ainda são poucas as empresas que adotam horários flexíveis e programas de home office, mas elas começam a existir.
 
18. Ficar um tempo sem trabalhar. Pra quem não pára nunca, é uma experiência única. A licença-maternidade obrigatória no Brasil tem quatro meses desde a Constituição de 1988. Está em tramitação um projeto de lei estendendo a licença para seis meses, desde que a companhia decida aderir voluntariamente ao esquema em troca de isenção fiscal. Cerca de 40 municípios já adotam a licença maior. A licença paternidade, hoje de cinco dias, seria de 15.
 
19. Sentir o prazer de amamentar. Em 1975, aqui no Brasil, uma a cada duas mulheres amamentava o filho apenas até o segundo ou terceiro mês de vida. Hoje sabemos todos dos enormes benefícios do leite materno para a criança. E sentir que seu corpo é capaz de produzir o alimento de seu filho é uma experiência fantástica.
 
20. Sentir o prazer de dar de mamar. Se não puder amamentar, não estresse, pelo amor de Deus. Não tem de ter culpa de nada, culpa só estraga. Faça da hora da mamadeira uma hora especial, gostosa, única, de intimidade e cumplicidade.
 
21. Para passar pela experiência do parto. Foi durante os anos 70 que o índice de cesarianas no Brasil começou a viver este boom. Pra equilibrar o jogo, nos últimos anos vem crescendo o movimento pelo parto humanizado, com o mínimo de intervenção médica. De novo, não precisa radicalizar: anestesia está aí para ser usada sempre que necessário e ninguém aqui está defendendo sofrimento. O que a gente sabe é que, com ou sem ela, o parto é um daqueles momentos fundadores, em que a vida se renova e a gente nasce de novo, junto com o filho.
 
22. Para conhecer a pessoa mais linda do mundo. O poeta alemão Hölderin dizia sobre a infância: "É integralmente aquilo que é e, portanto, é bela". Filho é sempre lindo. O nosso, muito mais que o dos outros, sempre. E tem de ser assim.
 
23. Para ouvir alguém te chamar de mãe ou pai. Pode parecer a coisa mais babaca do universo, mas que é demais, é. Não tem o que falar. Você sabe o que é isso...
 
24. Reviver um pouco da sua própria infância, ou tirar uma casquinha da infância deles... “Lembro das primeiras férias de verão com meus filhos, relembrei das minhas. São lembranças que voltam, deliciosamente”, conta nossa colunista Patrícia Broggi, mãe de Luca e Tiago. Ter de brincar com eles, desenhar, cantar, esperar o Papai Noel, a fada do Dente, ler histórias, ver filmes maravilhosos... Ah, que alegria! Você só tem a ganhar!

 
25. Comprar brinquedos incríveis para eles e para você. Em 1894, um tal dr. L.E. Holt dizia, com a maior autoridade: “Com crianças de menos de 6 meses de idade não se deve brincar jamais. Nas idades posteriores, quanto menos se brincar, melhor”. Ainda bem que, hoje, a gente sabe que brincar é fundamental para eles. Volta e meia a gente usa isso como desculpa pra comprar aquele carrinho de controle remoto que eles vão adorar. E que você já adorou. Tudo bem, tá tudo certo. Afinal, esses brinquedos maravilhosos não existiam quando a gente era criança, certo? Então, por que não aproveitar também?
 
26. Para se renovar e rejuvenescer.Ter filho é comprovar a validade da lei do eterno retorno. “Acompanhar uma criança permite retomar em nós aquilo que fomos. Há uma sabedoria infantil que conta com a espontaneidade, com a vontade de descobrir o mundo e com a capacidade de brincar. Quando o adulto consegue recuperar em si essas atitudes, ele se beneficia enormemente”, diz o psicólogo André Trindade.
 
27. Para entender de uma vez que preocupação com ambiente não é coisa de ecochato. A gente sabe: as previsões são catastróficas. Metade da Amazônia pode dançar até 2030, temperatura subindo, calotas derretendo... Ter filho torna a coisa ainda mais urgente, porque a gente quer que o mundo exista pra eles, certo? O que não dá é para acreditar em tudo, se imobilizar e resolver que já acabou e não tem mais o que fazer. Tem, sim, e muito. Pra começar, dentro da sua casa mesmo, na sua vida cotidiana. As próprias crianças estão nos ensinando que tem de cuidar pra ter.
 
28. Para adquirir hábitos mais saudáveis. Com criança em casa a gente revê tudo. Aprendemos, ou reaprendemos e confirmamos, que não precisa de açúcar porque fruta já é doce, que sal tem de ser bem pouquinho, trocamos fritura por grelhado, porque o médico falou, porque a gente leu que é bom. Hoje, estudando o histórico familiar, os pediatras conseguem prevenir uma série de problemas, fazendo ajustes na dieta: se há tendência a alergias, certos alimentos podem ser evitados etc. E, quando a gente vê, está comendo direito ese cuidando mais, junto com eles. A teoria tem muito mais chance de virar prática.
 
29. Para descobrir seu lado meio médico. Sabe aquele talento que mãe tem pra saber o que a criança tem só de olhar e a gente acha impressionante? Logo logo você também passa a ter, você vai ver. Ninguém aqui está falando de se automedicar ou sair usando remédio que nem louca, a torto e a direito, nada disso. Tem de ligar pro médico sempre, isso é básico. Mas ao menos você fica conhecendo os sintomas e já passa o serviço mais completo. E, logo, você vai ser aquela pessoa no trabalho pra quem a colega pede pra ver se está com febre mesmo. Coisa de mãe. Ou pai.
 
30. Pra sentir um certo gostinho de continuidade. O comediante norte-americano Jerry Seinfeld, que a gente adora, disse uma vez: “Já sei o que esses bebês estão fazendo aí. Eles estão aí pra nos substituir”. É piada, óbvio, mas ter filhos, de certa forma, é apostar numa sucessão, em uma continuidade. Você assistiu ao filme Rei Leão? Sabe aquela coisa de pertencer, de estar dentro do ciclo da vida, de ser elo de uma cadeia? É por aí, e é bacana....
 
31. Descobrir que você sabe contar histórias. A escritora e tradutora Lya Luft descobriu que sabia contar histórias para crianças depois que se tornou avó, e até já escreveu dois livros para crianças, em que a personagem principal é ela mesma, uma bruxa boa. Claro que não é todo mundo que tem o talento dela, mas, quando temos filho, parece que é quase natural: a gente se vê relembrando histórias da infância, inventando a partir do nada ou do mote que eles nos dão... E solta um pouco a imaginação, a fantasia... Lidar com o lúdico, né? Coisas que só fazem bem.
 
32. Para olhar para as coisas de novo, como pela primeira vez. “Aprendi com meu filho de dez anos/que a poesia é a descoberta/das coisas que eu nunca vi”. Esses versos de Oswald de Andrade (1890-1954) resumem tudo o que a gente quer dizer. É fácil cair nessa cilada de crescer e ir deixando de se surpreender com as coisas e ligar um tipo de piloto-automático – tudo em nome de, sei lá, um suposto “facilitar a vida”, que, no final das contas, é perder o milagre que a vida é. O filho nos ajuda a trazer tudo isso de volta. O mundo ganha novos sentidos e tudo começa outra vez a cada nova descoberta dele e sua...
 
33. Ter um motivo para aprender a cozinhar. Há 40 anos, a frase “já pode casar”, quando alguma mulher servia um prato saboroso, não era pejorativa, não. Mulher tinha de saber pilotar forno e fogão, era uma espécie de pré-requisito. Hoje a gente pira na hora que tem de fazer a primeira papinha do filho, é ou não é? Acontece que cozinhar pode ser uma enorme delícia e nunca é tarde pra aprender.
 
34. Porque o pai hoje participa de tudo. Nos anos 70, o pai ficava fora da sala de parto, não chegava nem perto de uma mamadeira, não pegava em fralda de jeito nenhum e era “chamado” só na hora de uma bronca mais pesada. Estranho? Na sua casa não é assim? Ainda bem! A pesquisa de Cecília Russo Troiano mostra que a coisa foi mudando aos poucos, sim, mas as mulheres ainda realizam a maior parte das tarefas. Por exemplo: enquanto 91% das mães levam o filho ao médico, só 4% dos pais fazem o mesmo!!! Ok, ok, falta bastante para as coisas se equilibrarem mais, mas o espaço foi aberto e isso é um ganho enorme.
 
35. Porque a medicina evoluiu muito. E isso é muito mais importante do que a gente pensa à primeira vista. Hoje é possível prevenir um monte de doenças, tem vacina contra gripe, rotavírus, hepatite... Se no final dos anos 60 os primeiros aparelhos de ultrasom ainda estavam chegando ao Brasil, hoje temos ultra-som 4D, os avanços das pesquisas de células-tronco não param de nos surpreender e se fala em terapias genéticas para parar doenças como o câncer. Temos mais é que comemorar, e muito.
 
36. Para sentir o que é ter alguém que confia 100% em você. O que é confiar, o que é confiança? Você sabe direitinho a resposta – e sente o que é isso ali, na pele – quando tem uma criança dormindo no seu colo, totalmente entregue. É maravilhoso, assim como a responsabilidade, que até pode assustar, mas faz parte: ter filho é também aprender a lidar com isso.
 
37. Encarar o futuro de uma nova maneira. Sim, porque, quando os filhos chegam, esse conceito deixa de ser uma abstração. A gente não pode mais só esperar que ele chegue; a gente tem de prepará-lo a cada dia. Pode ser nas coisas mais concretas, como se programando financeiramente, fazendo previdência, essas coisas. E também se preocupando em votar em políticos bacanas, entrando pra uma ONG, separando o lixo, o que for.
 
38. Para ter a enorme chance de se tornar um ser humano melhor. Não adianta fazer discurso: criança se espelha no exemplo, não tem jeito. É como você é e como se comporta que vai fazer diferença. É no seu comportamento que seu filho está ligado e é o que ele vai registrando, não tem conversa nenhuma. Falar uma coisa e fazer outra não dá. Ter filho é agüentar a barra do que a gente é, as conseqüências de ser quem somos e das escolhas que fazemos.
 
39. Ter filho não é dar à luz, é receber iluminação diária. Foi nossa colunista Tetê Pacheco, mãe de Bento e Otto, quem escreveu isso, aqui na Pais e Filhos. A gente assina embaixo. O tanto que se aprende, que nos modificamos e crescemos... É pra agradecer todo dia!
 
40. Porque seu filho é único e tudo que você sente em relação a ele é intraduzível... Tem gente que diz que a escolha de ter filhos é difícil porque é definitiva... Bem, definitivo, para nós, é não ter filhos! E cada um vai descobrir seu jeito de ser pai e mãe, não tem uma receita. Cada universo único que uma vida é. Nós, aqui da Pais e Filhos, só podemos mais uma vez dizer o que a gente vem falando desde sempre, até na missão da nossa revista: aproveite tudo que a maternidade ou a paternidade está te trazendo!
  


Fonte: texto original: http://www.hospitalviladaserra.com.br/interna.php

segunda-feira, 11 de março de 2013

5 meses



Dezembro \o/ 
Férias, Natal, comida gostosa...


OPA... a bebê não come ainda xD hihihi

Natal na casa da Vovó Lenir em Rondonópolis-MT..
  Presentes fotos e muita bagunça...

* * a bebe já tenta erguer o corpinho por alguns segundo  mencionando engatinhar  ^^ coisa mais lindaaaa..
· * já rola no berço
· * dorme de um jeito e acorda de outro jeito..hihi
  * ja leva o dedão na boca..rsrs

achei lindo e registrei claro

  
   montamos nossa árvore de natal em casa..ela achou tudo divertido e curtia olhando os nossos movimentos:






 
    passeamos na Cidade do Natal em Campo Grande










f       
            
                                     e o Natal chegou \o/